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Inspiração: 5 Atletas Portadores de Necessidades Especiais que Praticam Esportes Radicais

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Saltar de paraquedas, escalar uma montanha ou surfar altas ondas se equilibrando em uma prancha. Os esportes radicais são sinônimos de superação para muitas pessoas.

Afinal, é preciso ter muita habilidade e coragem para encarar os desafios que essas atividades extremas oferecem.

Se para um indivíduo dotado de todas as capacidades físicas e mentais os esportes radicais já são desafiadores, imagine para os portadores de necessidades especiais!

Entretanto, alguns deles não se deixam abalar pelas dificuldades da vida, vencendo barreiras inacreditáveis e nos mostrando que “o impossível é só uma questão de opinião”.

Em homenagem a esses corajosos, listamos 5 atletas portadores de necessidades especiais de esportes radicais que vão fazer você ter vontade de saltar de paraquedas assim que terminar de ler o post. Confira!

Dadá Moreira

Ativo desde a infância, uma doença degenerativa que afeta a coordenação e o equilíbrio não foi capaz de afastar Dadá Moreira dos esportes radicais.

Pelo contrário, depois de diagnosticado, o jornalista praticou rafting, escalada, rapel, trekking e até paraquedismo.

Mas Dadá Moreira não parou por aí! Fundou um blog para retratar suas aventuras radicais e dar dicas a outros portadores de necessidades especiais que desejam aderir à prática.

Além disso, o atleta incentiva projetos e ONGs nacionais com a mesma finalidade.

Lai Chi-Wai

Considerado um dos melhores escaladores da Ásia, o chinês Lai Chi-Wai perdeu os movimentos de ambas as pernas após um acidente de moto.

Após o incidente, ele até tentou outras modalidades de esportes radicais, mas a escalada era mesmo a sua paixão. Por isso, o atleta voltou a treinar e escalar montanhas em uma cadeira de rodas.

Sua mais desafiadora e notória conquista foi em dezembro de 2016, escalando uma via de 495 metros em Hong Kong, deixando sua marca na história do esporte.

Todd Love

O americano Todd Love perdeu as duas pernas e a mão esquerda quando pisou em uma mina, servindo o seu país em uma guerra no Afeganistão.

O trágico acidente, porém, não foi motivo para que o jovem – no início dos seus 20 anos – se entregasse. Ao contrário, ele continuou vivendo a sua vida intensamente, e não permitiu que a deficiência fosse um impedimento para fazer aquilo que queria.

Todd Love é praticante de paraquedismo e adora realizar manobras no ar. Além disso, o ex-combatente do exército já participou de provas como o Spartan Race – uma corrida que envolve subida em cordas, paredes de escalada e trilhas enlameadas – lutou contra jacarés, pratica surfe, mergulho, caiaque e toca piano.  

Alana Nichols

A atleta de snowboard Alana Nichols perdeu o movimento da cintura para baixo com apenas 17 anos, ao se acidentar praticando um esporte radical: caiu de costas em uma pedra ao realizar uma manobra.

Após o incidente ela migrou para o basquete e até conquistou uma medalha paralímpica de ouro, em 2008. No ano seguinte, ela resolveu voltar para os esportes de neve que são sua paixão e vem conquistando vitórias paralímpicas desde então.

Bethany Hamilton

O ataque de um tubarão acarretou na perda do braço esquerdo da surfista Bethany Hamilton. Após cerca de um mês do incidente, a atleta já voltou ao mar com uma prancha adaptada. Não demorou muito para que ela voltasse também às competições.

A história da corajosa Bethany é retratada no filme Soul Surfer.

Agora não há mais desculpas para deixar de praticar esportes radicais, não é mesmo? Compartilhe o post nas redes sociais e ajude a inspirar outras pessoas!

Imagens: The Players’ Tribune, Coconuts Media, Época, Brasil – Estadão, ESPN.com.

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